sábado, 24 de novembro de 2007


Ter a sensação de que tudo é claro durante alguns momentos. Ter a visão do seu futuro e os caminhos que a vida pode te levar durante alguns segundos. Ver como o passado construiu seu caráter durante alguns minutos. Às vezes somos pegos por sensações desse tipo e aproximamos um tempo futuro ou passado do nosso presente. Colocando-os lado a lado tudo parece lógico, necessário. Os adventos que o tempo pode nos trazer, se não são tão fortes a ponto de tornarem-se marcos de início ou fim, são totalmente esmagados nessa comparação letal. Não sei porque, talvez isso diga mais respeito ao meu caráter, sempre que faço essas comparações o que vem à minha mente são as decisões profissionais que tomei e as pessoas que conheci. A minha imagem quando tinha 12 anos e eu agora. A minha imagem quando tinha 16 anos e eu agora.
Talvez não seja tão comum desejar mudanças drásticas na sua vida. Pelo modo que vivi, posso afirmar que nunca foi o meu forte. Mas o inesperado e o incerto nos aguardam, para o bem ou para o mal. Não seja o que Deus quiser. Por favor, seja o que eu queira, dentro das minhas proprias medidas de ser humano.

O final do ano traz alguns prospectos. Talvez escreva mais para frente quais serão os meus. Por enquanto, não sei se gosto da idéia de delimitar as escolhas que tomarei em um período de 365 dias a algumas palavras ordenadas em uma lista. Talvez uma cartilha do que deve guiar minhas escolhas no ano que vem, segundo meus próprios parâmetros hoje, pareça algo mais prudente. Vamos ver...

Um comentário:

Lucas Ogasawara disse...

sao duas da manha, to no japao, sem sono por acabar de ouvir "All These Things That I've Done"... ai abro isso aqui e leio uma coisa dessas.... eh pra nao dormir mesmo... vem pra cah pra gente conversar seu mais japones que nunca....

"Over and in, last call for sin; While everyone's lost, the battle is won; With all these things that I've done..."